Marina Queiroz
Crítica e editora; escreve sobre linguagem, ensaio e memória material.
Caderno de Revisão nasceu como uma pequena redação dedicada a ler de novo muda o que se vê. O projeto publica reportagens, análises e cadernos com autoria identificada, datas visíveis e critérios de correção.
A equipe trabalha sem rastreadores de audiência e sem produção orientada por volume. Preferimos arquivos legíveis, atualização responsável e uma relação direta com leitores que apontam erros ou sugerem perguntas.
Não usamos notas numéricas. Escalas rápidas criam uma aparência de precisão que empobrece diferenças de forma, intenção e contexto. O julgamento aparece no argumento, não em estrelas.
Nota da redação. Crítica não é sinônimo de sentença. Um texto pode defender uma leitura forte e ainda reconhecer que a obra resiste, contradiz ou excede o argumento apresentado.
Contexto de apuração. O Caderno de Revisão prefere voltar aos objetos. Releitura, nova sessão, comparação de edições e consulta ao arquivo diminuem a dependência da impressão instantânea.
Como lemos esta pauta. Não usamos notas numéricas. Escalas rápidas criam uma aparência de precisão que empobrece diferenças de forma, intenção e contexto. O julgamento aparece no argumento, não em estrelas.
Uma ressalva necessária. As margens do texto guardam hesitações, associações e pequenas discordâncias internas. Essa fricção faz parte do trabalho editorial e não precisa ser polida até desaparecer.
Do arquivo. Quando uma correção muda o sentido da crítica, registramos a atualização. Ajustes tipográficos podem ser feitos sem nota, mas alterações substantivas permanecem visíveis ao leitor.
Nota da redação. Crítica não é sinônimo de sentença. Um texto pode defender uma leitura forte e ainda reconhecer que a obra resiste, contradiz ou excede o argumento apresentado.
Contexto de apuração. O Caderno de Revisão prefere voltar aos objetos. Releitura, nova sessão, comparação de edições e consulta ao arquivo diminuem a dependência da impressão instantânea.
Como lemos esta pauta. Não usamos notas numéricas. Escalas rápidas criam uma aparência de precisão que empobrece diferenças de forma, intenção e contexto. O julgamento aparece no argumento, não em estrelas.
Uma ressalva necessária. As margens do texto guardam hesitações, associações e pequenas discordâncias internas. Essa fricção faz parte do trabalho editorial e não precisa ser polida até desaparecer.
Do arquivo. Quando uma correção muda o sentido da crítica, registramos a atualização. Ajustes tipográficos podem ser feitos sem nota, mas alterações substantivas permanecem visíveis ao leitor.
Nota da redação. Crítica não é sinônimo de sentença. Um texto pode defender uma leitura forte e ainda reconhecer que a obra resiste, contradiz ou excede o argumento apresentado.
Contexto de apuração. O Caderno de Revisão prefere voltar aos objetos. Releitura, nova sessão, comparação de edições e consulta ao arquivo diminuem a dependência da impressão instantânea.
Crítica e editora; escreve sobre linguagem, ensaio e memória material.
Jornalista cultural; acompanha cinema, desenho e formas de circulação independente.
Pesquisadora e resenhista, interessada em arquivos, tradução e políticas de leitura.